Defesa da ‘Supergirl’ tenta anular citação e trava ação de fraudes no Detran-MS
Defesa de ex-servidora do Detran-MS pede anulação de ato processual e tenta invalidar citação em ação que apura fraudes e propina no órgão.
A defesa de Yasmin Osório Cabral, ex-servidora comissionada do Detran-MS, entrou com pedido para tentar anular um ato do processo que apura fraudes no órgão.
A estratégia mira a citação feita nos autos para que ela constituísse defesa na ação penal relacionada ao caso.
O pedido foi apresentado como habeas corpus e busca invalidar a formalização anterior, segundo o noticiário.
No início do processo, o juiz chegou a questionar quem, de fato, atuaria como advogado da acusada no andamento da ação.
A movimentação acontece enquanto o caso segue envolvendo também o despachante David Clocky Hoffaman Chita e outros investigados.
Conforme o acompanhamento público do processo, tentativa semelhante de contestar atos já foi usada por defesa de outro réu.
O habeas corpus foi negado no TJMS e a defesa recorreu ao STJ, na tentativa de reverter a decisão.
Paralelamente, a Justiça vem ouvindo envolvidos e registrando posicionamentos das defesas em audiências do caso.
O Ministério Público denunciou os acusados após investigação que apontou supostas irregularidades para liberar documentações de veículos com restrições.
O Dracco apura que o esquema teria usado acesso interno para viabilizar baixas clandestinas e acelerar processos no sistema do Detran-MS.
A investigação também aponta pagamento de propina e vantagens para execução de serviços ilegais dentro do órgão.
Entre os itens citados estão transferências e pagamentos, além de presentes e eletrônicos, conforme reportado.
Yasmin chegou a ser presa, mas depois passou a cumprir prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, segundo as informações divulgadas.
A acusada ficou conhecida pelo apelido de “Supergirl heroína do trânsito” em ações educativas do próprio Detran-MS.
O caso ganhou repercussão por citar suspeitas de corrupção, influência e atuação de despachantes com acesso a servidores.
Agora, a defesa tenta uma nova frente jurídica para questionar um passo do processo e alterar o andamento da ação penal.
Fonte: Midiamax.
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