Ex-prefeito de Campo Grande defende secretário preso em operação contra corrupção
Marquinhos Trad afirmou que os contratos da Sisep foram aprovados por órgãos de controle e que eventuais irregularidades ocorreram na execução das obras, não nos contratos.
O ex-prefeito de Campo Grande e atual vereador, Marquinhos Trad, saiu em defesa de Rudi Fiorese após a prisão do ex-secretário durante a operação do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção), realizada nesta terça-feira (12). Segundo ele, os contratos da Sisep passaram por órgãos de controle e não apresentaram irregularidades.
Marquinhos Trad afirmou que os contratos da Sisep foram aprovados por órgãos de controle e que eventuais irregularidades ocorreram na execução das obras, não nos contratos. O ex-prefeito elogiou a conduta de Fiorese e questionou o momento da operação, citando a proximidade das eleições.
O ex-prefeito também elogiou a atuação de Rudi Fiorese à frente da Sisep e disse confiar na conduta do ex-secretário, que atualmente ocupava a presidência da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) antes da exoneração decidida pelo Governo do Estado nesta terça-feira (12), como resposta à operação.
Marquinhos Trad criticou operações policiais com grande repercussão pública antes de condenações definitivas. "Quantas operações midiáticas já terminaram com pessoas inocentadas?", questionou. Além disso, o ex-prefeito levantou suspeitas sobre o momento da operação, destacando a proximidade das eleições.
Durante a entrevista, o ex-prefeito afirmou que uma das prioridades da gestão foi reduzir gradualmente os contratos de tapa-buracos e ampliar obras de recapeamento, por considerar a segunda alternativa mais eficiente e duradoura. Segundo ele, a mudança começou já em janeiro de 2017 e seguiu até 2022.
O ex-prefeito explicou que a orientação técnica da prefeitura era recapear ruas inteiras quando o desgaste atingia determinado nível. "Se tem mais de dez buracos, era recapeamento na quadra", resumiu. Essa estratégia, segundo Marquinhos Trad, foi baseada em estudos técnicos elaborados pelo CREA-MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul) e pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Fonte: Campograndenews
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