Preços da Gasolina e do Diesel Sobem em Dourados
Os preços da gasolina e do diesel em Dourados aumentaram significativamente em relação aos identificados na mais recente pesquisa do Procon. A alta no diesel é a mais perceptível, com aumentos de até 20,7%.
Os preços da gasolina e do diesel em Dourados aumentaram significativamente em relação aos identificados na mais recente pesquisa do Procon. A alta no diesel é a mais perceptível, com aumentos de até 20,7%.
O Dourados News levantou os preços em dois dos três postos que vendiam o produto mais barato no dia 23 de fevereiro, data em que o Procon fez o levantamento. O diesel comum que era comercializado a R$ 5,79 e passou a ser vendido a R$ 6,69, ou seja, 15,5% mais caro em um dos estabelecimentos; e em outro por R$ 6,99, valor 20,7% maior.
Já o posto que praticava os maiores preços em fevereiro, vendia o diesel comum a R$ 6,69 e passou a comercializar a R$ 7 esta semana, alta de 4,6%; e o S10 saiu de R$ 6,79 para R$ 7,29 o litro, ou seja, 7,3% a mais.
No caso da gasolina, a proporção é menor, mas o cenário também é de alta. O posto que fazia o maior preço vendia a R$ 6,51 o litro no mês passado. Nesta quarta-feira, o mesmo estabelecimento anunciava a R$ 6,69, ou seja, alta de 2,7% no pagamento a vista, a prazo o consumidor chega a desembolsar R$ 7,19.
O Sinpetro MS (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes de Mato Grosso do Sul) divulgou uma nota pública, em que “manifesta preocupação diante de recentes oscilações nos preços dos combustíveis praticados pelas distribuidoras”.
O presidente do Sinpetro MS, Edson Lazarotto, informou que não procede a informação que circula em grupos de aplicativos de mensagens de que é necessário correr para o encher o tanque porque pode faltar combustível. “O que ocorre é que as distribuidoras estão recebendo apenas os volumes essenciais para atender”, pontuou.
O cenário de aumento nos preços dos combustíveis nas bombas pelo país deve ser investigado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) atendendo a um ofício da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), órgão vinculado ao MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
Essas movimentações seriam reflexo da instabilidade no mercado internacional do petróleo, ocasionada pela guerra no Oriente Médio, que começou no dia 28 de fevereiro com um bombardeio dos EUA e Israel contra o Irã e posteriores represálias do Teerã contra países da região.
Fonte: Douradosnews
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