Técnicos Administrativos da UFGD Entram em Greve por Tempo Indeterminado
Técnicos administrativos da UFGD iniciam greve por tempo indeterminado em Dourados. A paralisação ocorre devido à cobrança do cumprimento de acordo firmado anteriormente.
Técnicos administrativos da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi aprovada pelos integrantes do Sintef (Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais) e teve início na segunda-feira, dia 2 de março.
A greve é uma resposta às cobranças de que o acordo firmado na última greve seja finalmente cumprido. Dentre as principais reivindicações estão a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais sem qualquer redução salarial para todos os técnicos administrativos.
Outras demandas importantes incluem a retirada da possibilidade de terceirização dos cargos, a reposição dos aposentados e a garantia de paridade nas eleições para o cargo de reitor da universidade.
Até o momento, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) ainda não se posicionou oficialmente sobre a greve dos técnicos administrativos.
A greve por tempo indeterminado pode ter impactos significativos nas atividades acadêmicas e administrativas da UFGD, e a comunidade universitária aguarda uma solução para o impasse.
Os técnicos administrativos esperam que suas reivindicações sejam atendidas e que o acordo anterior seja cumprido, garantindo melhorias nas condições de trabalho e na qualidade de vida dos servidores.
A situação está sendo acompanhada de perto pela comunidade universitária e pela população de Dourados, que torce por uma solução rápida e justa para o conflito.
A greve é um direito garantido por lei, e os técnicos administrativos da UFGD buscam apenas o cumprimento de suas reivindicações e a melhoria de suas condições de trabalho.
Enquanto a greve continuar, os serviços da universidade podem ser afetados, e a instituição pode sofrer prejuízos.
No entanto, os técnicos administrativos estão determinados a lutar por seus direitos e a garantir um futuro melhor para si e para a universidade.
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