Famílias se Reúnem para Pintar Rua e Manter Tradição Viva durante a Copa do Mundo
Famílias se reúnem no bairro Rita Vieira para pintar a rua e manter viva a tradição de pintar durante a Copa do Mundo, ensinando os filhos e netos sobre união e partilha.
Para não deixar morrer a herança de pintar a rua durante a Copa do Mundo, famílias se reuniram no bairro Rita Vieira para ensinar os filhos e até os netos a manter a tradição viva, com significado de união e partilha.
A farra começou cedo: os pais desenharam e escreveram no chão, enquanto a pintura ficou por conta dos filhos. Não faltou animação. Trajados com a camiseta do Brasil, os pequenos aproveitaram para dividir a atividade com amigos, primos e irmãos.
A ideia veio da professora de educação física e dona da casa onde o mural ficará, Dayanne Borges, de 36 anos, mãe de Lucca Borges, de 6 anos. Ela relembra que, quando criança, isso era algo mágico e divertido. A vizinhança se juntava para fazer e dividir as tarefas.
O filho disse que a sensação é de diversão. A expectativa para ver a Copa está alta. A aposta do pequeno é que o Brasil leve a melhor contra o Marrocos, jogo de estreia no dia 13 de junho, estreia da seleção na competição.
Quem fez questão de marcar presença foi a vózona Cilene Maria Elisban Silva, de 71 anos. Essa é a primeira vez que ela participa de uma pintura ao lado da neta, Antonela, de 5 anos. Porém, a história dela com a pintura de rua para a Copa é antiga.
Para ela, o patriotismo precisa estar presente na vida das crianças de maneira saudável. Ela acredita que é muito gratificante participar e que hoje eles estão fazendo uma conscientização dessas crianças pequenas com a família que já está mostrando o que representa o Brasil.
Fonte: Campograndenews
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