Homem que Cometeu Estupro de Adolescente Autista é Condenado a Mais de 8 Anos de Prisão
Um homem foi condenado a mais de 8 anos de prisão por cometer estupro de vulnerável contra um menino de 12 anos em uma fazenda em Terenos.
Um homem foi condenado a mais de 8 anos de prisão, em regime inicial fechado, pelo crime de estupro de vulnerável cometido contra um menino de 12 anos, em uma fazenda do município de Terenos. O crime ocorreu em 2019, quando a vítima estava em um galpão utilizando o celular e o réu, funcionário da fazenda, aproximou-se e agarrou o adolescente, dando-lhe um beijo forçado na boca e proferindo uma expressão de conotação sexual.
Após o ocorrido, a vítima contou imediatamente à mãe, e o empregador transferiu o acusado para outra fazenda. Em seu depoimento, o adolescente informou que já havia sido chamado anteriormente pelo réu para ir ao galpão. A mãe, por sua vez, relatou que o filho apresentou mudanças comportamentais após o episódio e destacou que ele é portador de Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O MPMS requereu a condenação do réu pelo crime de estupro de vulnerável, sustentando que a palavra da vítima se mostrou coerente e suficiente para a comprovação dos fatos. A Justiça acolheu a denúncia do Ministério Público, reconhecendo a materialidade e a autoria com base nos relatos firmes e consistentes da vítima e de sua mãe, além de concluir que a conduta se enquadra no tipo penal de estupro de vulnerável.
A pena privativa de liberdade foi fixada em 8 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão, a serem cumpridos em regime inicial fechado. O caso é um exemplo da importância da proteção dos direitos das vítimas de crimes sexuais, especialmente aquelas que são mais vulneráveis, como os portadores de TEA.
A condenação do réu é um passo importante para garantir a justiça e a segurança para as vítimas de crimes sexuais. Além disso, é fundamental que as autoridades continuem a trabalhar para prevenir esses tipos de crimes e proteger as vítimas, especialmente as mais vulneráveis.
O caso também destaca a importância da colaboração entre as autoridades e as famílias das vítimas para garantir que a justiça seja feita. A mãe da vítima, por exemplo, desempenhou um papel fundamental ao relatar as mudanças comportamentais do filho e ao destacar que ele é portador de TEA.
Fonte: Douradosnews
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