Assassinatos e casos de trabalho escravo aumentam no campo brasileiro
Relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) revela aumento de 28% nos conflitos no campo brasileiro, incluindo assassinatos e casos de trabalho escravo.
A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, nesta segunda-feira (27), a 40ª edição do relatório Conflitos no Campo Brasil.
Houve uma queda de 28% nas ocorrências, mas os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram: passaram de 13 para 26 vítimas no ano passado.
A maior parte dos assassinatos aconteceu na Amazônia Legal, distribuídos entre os estados do Pará, Rondônia e Amazonas.
"Esses números revelam o avanço de um projeto histórico de expansão colonial e capitalista sobre a Amazônia, que continua atingindo e transformando os povos e territórios inteiros em alvos de expropriação e extermínio", analisa a integrante da Articulação das CPTs da Amazônia Larissa Rodrigues.
O relatório mostra que os fazendeiros são os principais agentes envolvidos nos assassinatos, responsáveis por 20 dos 26 casos.
Outros registros de violência que também tiveram crescimento de 2024 para 2025 foram as prisões, casos de humilhação e cárcere privado.
Fonte: Douradosnews
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