Cão morre ao defender tutora de ataque de Pitbull em Campo Grande
Um caso de ataque de cães Pitbulls preocupou moradores da cidade de Campo Grande. Segundo a denúncia, o vizinho teria deixado o cão escapar e invadir a casa, atacando uma jovem de 17 anos.
Uma moradora do Jardim Pênfigo, em Campo Grande, Antonia Barbosa da Silva, denunciou mais um caso que vem preocupando moradores da cidade: o ataque de cães Pitbulls. Segundo a denúncia, o vizinho teria deixado o cão escapar, momento em que teria invadido sua casa e atacado sua filha, de 17 anos.
O ataque aconteceu na última quarta-feira (4). Conforme informações da vítima, o cão pertence ao seu vizinho, que deixa o portão aberto de forma constante, permitindo assim que o animal trafegue de forma livre pela Rua Assis Saueia, onde ocorreu o ataque.
Em imagens gravadas por câmeras de segurança da residência, é possível ver a jovem lutando para se livrar do ataque do cão. A mãe foi rapidamente em socorro da filha, em um ataque que durou aproximadamente 10 minutos e vitimou a cachorrinha da família.
A indignação também é pela falta de tutela com o pitbull. Os tutores dos dois animais simplesmente estão se omitindo das responsabilidades. Minha filha poderia estar morta hoje pela irresponsabilidade de tutores que não cuidam de seus pets.
Conforme Lei nº 2.990, de 2005, Mato Grosso do Sul possui um sistema de 'Posse Responsável', para cães e gatos, onde em seu artigo 16 indica que Todo animal, ao ser conduzido em vias e logradouros públicos, deve obrigatoriamente, usar coleira e guia adequadas ao seu tamanho e porte, ser conduzido por pessoas com idade e força suficiente para controlar os movimentos do animal e também portar plaqueta de identificação devidamente posicionada na coleira, mesmo quando chipado.
Já conforme a Lei nº 3.489, a criação e condução, em via pública, de cães das raças Pitbull, Rottweiler, Dobermann, Bull Terrier, Dogo Argentino, Pastor Alemão, Fila Brasileiro, seus mestiços e demais raças afins, de porte físico e força semelhantes, deverão ser realizadas somente em vias e logradouros públicos, ou vias de circulação interna de condomínios, com guia curta, munida de enforcador de ação e focinheira, que permita o conforto e respiração do animal.
Fonte: Topmidianews
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