Dourados Confirma Sétima Morte por Chikungunya

A cidade de Dourados confirmou a sétima morte em decorrência da Chikungunya, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado na terça-feira (14/4).

Abr 15, 2026 - 01:38
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Dourados Confirma Sétima Morte por Chikungunya
Crédito: Arquivo/Dourados News

Dourados confirmou a sétima morte em decorrência da Chikungunya, segundo dados divulgados do boletim epidemiológico desta terça-feira (14/4). De acordo com o COE (Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública) criado pela administração municipal, a vítima era um indígena de 77 anos, que teve o óbito confirmado em 14 de março.

A vítima possuía câncer como comorbidade e estava internado no Hospital Porta da Esperança (Missão Caiuá). Ele apresentou os primeiros sintomas para a doença em 10 de fevereiro. Com a confirmação do fato, esta é a sétima morte de morador da Reserva Indígena de Dourados, onde estão concentrados o maior volume de diagnóstico da doença.

Até o momento, conforme o boletim, são 2.012 casos prováveis, 1.461 confirmados, 479 descartados, 545 em investigação, totalizando 2.485 notificações e 399 atendimentos hospitalares. Outras três mortes continuam em investigação no município.

Entre elas estão uma menina de 10 anos, que estava internada no Hospital Regional de Dourados, e um homem de 63 anos de idade, que estava internado no Hospital Unimed e era morador do Parque das Nações II, região onde foi diagnosticado o avanço mais forte da doença. Um indígena de 12 anos também tem a morte investigada.

O mesmo informe divulgado hoje (14/4) mostra 40 pacientes internados com Chikungunya. Dois deles no Hospital Porta da Esperança, 21 no HU-UFGD, cinco no Hospital Cassems, oito no Hospital Regional, um no Hospital Unimed, outro no Hospital da Vida e dois no Hospital Evangélico Mackenzie.

Em números gerais, o município tem 3.681 casos prováveis de Chikungunya, com 1.701 casos confirmados, 780 casos descartados, 2.760 casos em investigação, com uma taxa de positividade de 68,6%. O secretário municipal de Saúde e coordenador-geral do COE, Márcio Figueiredo, aponta para a necessidade das pessoas tomarem os cuidados necessários.

“Infelizmente as pessoas estão relativizando o problema e percebemos que muitas famílias não estão levando essa epidemia a sério”, disse. É importante que a população tome medidas preventivas para evitar a propagação da doença.

Fonte: Douradosnews

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