Força-tarefa elimina 617 focos do Aedes aegypti em aldeias de Dourados
Ação de controle vetorial nas aldeias Bororó e Jaguapiru resultou no tratamento químico de mais de 2.200 caixas d'água
O Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) polo base Dourados realizou uma força-tarefa nas aldeias Bororó e Jaguapiru, entre os dias 8 e 12 de junho, com o objetivo de controlar a propagação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da Chikungunya, Dengue e Zika Vírus.
Os agentes de combate a endemias visitaram 2.706 moradias, vistoriaram 2.241 caixas d’água e realizaram tratamento químico em mais de 600 unidades. Além disso, foram recolhidos materiais inservíveis que poderiam acumular larvas, pupas ou ovos do mosquito transmissor.
As ações foram concentradas em 4 setores da Reserva Indígena, com 541 imóveis na Bororó 1, 817 na Bororó 2, 514 moradias na Jaguapiru e 834 na Jaguapiru 2. Durante os 5 dias de controle vetorial, os agentes encontraram 358 imóveis fechados e localizaram 617 focos do mosquito Aedes aegypti.
O trabalho teve o objetivo de monitorar e avaliar as ações de controle vetorial realizadas pelos agentes de combate a endemias nas aldeias do polo base do Dsei, com foco na prevenção e controle das arboviroses na Reserva Indígena de Dourados.
De acordo com o Informe Epidemiológico, a Reserva Indígena registrou 3.255 notificações de Chikungunya desde o início da epidemia, com 2.447 casos prováveis, 2.183 casos confirmados, 808 casos descartados e 264 casos em investigação. Além disso, foram confirmadas 10 mortes de indígenas em razão de complicações da doença.
Fonte: Douradosnews
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