Homem que agrediu ex-companheira grávida é preso após fuga em mata
Um homem de 30 anos foi preso após uma ação rápida da polícia, por uma sequência de crimes violentos contra sua ex-companheira grávida
Um homem de 30 anos foi preso no bairro Moreninhas, em Campo Grande, após uma ação rápida das equipes do Setor de Capturas e do Setor de Investigações Gerais (SIG) da 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, com apoio da Guarda Municipal de Campo Grande.
A prisão ocorreu após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra o homem, que é investigado por uma sequência de crimes violentos praticados contra sua ex-companheira, de 29 anos. Ao perceber a aproximação das equipes policiais, o suspeito tentou fugir entrando em uma área de vegetação densa da região.
Segundo as investigações, a vítima passou a sofrer uma escalada de violência física e psicológica após descobrir a gravidez. O primeiro caso registrado ocorreu na manhã de 12 de outubro de 2025, em uma residência localizada na Rua Araticun, na Vila Moreninha III. Mesmo sabendo que a mulher estava na quarta semana de gestação, o investigado teria desferido socos, chutes e puxões de cabelo contra ela, causando lesões corporais.
Após o episódio, a vítima solicitou Medidas Protetivas de Urgência. No entanto, conforme apurado pela polícia, o agressor ignorou as determinações judiciais e voltou a manter contato com a ex-companheira entre os dias 24 e 25 de outubro, enviando mensagens ofensivas e manipuladoras por meio do WhatsApp.
Ainda de acordo com a investigação, nem mesmo o monitoramento eletrônico foi suficiente para conter o suspeito. Em 23 de fevereiro deste ano, já no sétimo mês de gestação, a vítima voltou a ser ameaçada. Utilizando uma nova linha telefônica, o homem teria enviado mensagens com ameaças explícitas de morte, afirmando que pessoas ligadas a ele poderiam matar a mulher caso ele fosse preso.
A prisão do homem é um exemplo de como a polícia está trabalhando para proteger as vítimas de violência doméstica e garantir a segurança das mulheres em situação de risco.
Fonte: Douradosnews
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