Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

A Fenaj e o SJPDF manifestaram repúdio à agressão sofrida pela repórter Heloísa Vilella no Salão Verde da Câmara dos Deputados

Mai 1, 2026 - 09:05
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A Fenaj (Federação Nacional de Jornalistas) e o SJPDF (Sindicato de Jornalistas Profissionais do Distrito Federal) manifestaram repúdio à agressão sofrida pela repórter Heloísa Vilella, do veículo ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, na manhã de quinta-feira, dia 30 de abril.

Durante uma transmissão ao vivo, uma militante bolsonarista interrompeu a repórter, desrespeitando não apenas a profissional, mas toda a imprensa livre.

O SJPDF e a Fenaj defenderam Heloísa Vilella, destacando sua trajetória exemplar como jornalista, com quase duas décadas de experiência como correspondente internacional nos Estados Unidos, cobrindo eventos como os atentados de 11 de setembro de 2001, o furacão Katrina, o terremoto do Haiti, eleições presidenciais norte-americanas e o conflito na Cisjordânia.

Heloísa Vilella foi vítima de outros ataques anteriores, incluindo uma ocasião em 2022, em Nova York, quando foi hostilizada por um bolsonarista que gritou 'Lixo! Lixo!' durante sua transmissão ao vivo da Assembleia Geral da ONU. Em 2024, ela foi alvo de uma campanha de ódio e misoginia orquestrada por aliados do bolsonarismo após defender a colega Juliana Dal Piva.

As instituições exigem a imediata identificação e responsabilização da agressora e se solidarizam com a jornalista, colocando-se à disposição de Heloísa Vilella no que for necessário. 'A liberdade de imprensa não se negocia – e jornalista agredida é democracia ferida', destacaram o SJPDF e a Fenaj.

Fonte: Douradosnews

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