Ministro da Fazenda, Dario Durigan, viaja à França para participar de reuniões do G7
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, viajou à França para participar de reuniões do G7 e encontros bilaterais com autoridades estrangeiras
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, embarcou neste fim de semana para a França em sua segunda viagem internacional desde que assumiu o comando da equipe econômica, após a saída de Fernando Haddad. A agenda inclui participação em reuniões do G7, encontros bilaterais com autoridades estrangeiras e discussões sobre inteligência artificial, energia e minerais estratégicos.
Durigan chega a Paris na segunda-feira para participar da reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G7, grupo formado por Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália e Canadá. O Brasil participa como país convidado. Também estão previstos eventos voltados ao diálogo com representantes da sociedade civil e do setor privado francês.
A programação da segunda-feira inclui uma mesa redonda promovida pela revista Le Grand Continent, voltada à geopolítica e a análises intelectuais. O ministro também terá um almoço na redação do jornal Le Monde, em Paris. À tarde, no horário local, Durigan visitará a startup francesa de inteligência artificial Mistral AI, onde terá reunião com o CEO da empresa, Arthur Mensch.
Na terça-feira, Durigan participará da reunião do G7, com os demais ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do grupo. Em seguida, terá uma série de encontros bilaterais. Após o almoço ministerial, Durigan se reunirá com a ministra-elegada para Inteligência Artificial da França, Anne Le Hénanff, e com a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama.
O ministro brasileiro também deve se reunir com o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol. O encontro ocorre em meio às preocupações globais com o abastecimento energético por causa do conflito no Oriente Médio. Em entrevista ao programa Na Mesa com Datena, da TV Brasil, na semana passada, Durigan afirmou que pretende aproveitar a viagem para apresentar o Brasil como alternativa estratégica no mercado global de minerais críticos.
Esses elementos são considerados essenciais para a indústria tecnológica e para a transição energética. Entre os materiais citados pelo governo estão terras raras, nióbio e grafeno. Atualmente, a China domina grande parte da produção mundial desses insumos. Segundo Durigan, o governo quer ampliar investimentos estrangeiros no setor mineral brasileiro sem abrir mão do controle nacional sobre os recursos naturais.
Fonte: Douradosnews
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