Candidata a emprego denuncia policial penal por importunação sexual em videochamada

Uma mulher de 21 anos denunciou ter sido vítima de assédio praticado por um servidor do sistema penitenciário estadual, de 39 anos. A importunação sexual ocorreu após conversa por WhatsApp sobre vaga de emprego em Campo Grande.

Mar 6, 2026 - 14:49
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Candidata a emprego denuncia policial penal por importunação sexual em videochamada
Candidata a emprego denuncia policial penal por importunação sexual em videochamada

Uma mulher de 21 anos denunciou ter sido vítima de assédio praticado por um servidor do sistema penitenciário estadual, de 39 anos. A importunação sexual ocorreu após conversa por WhatsApp sobre vaga de emprego em Campo Grande.

Segundo o relato, o homem fez uma videochamada, mostrou o órgão genital e se masturbou durante a ligação. O caso ocorreu na noite de quinta-feira (5) e foi registrado na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).

A vítima procurava emprego em um salão de beleza da Capital e manteve contato com o homem responsável financeiro do estabelecimento. Dias depois, ela recebeu a informação de que não havia sido escolhida para a vaga.

Em março, o homem voltou a entrar em contato para falar sobre uma nova entrevista. As conversas ocorreram pelo WhatsApp. A vítima afirma que o conteúdo das mensagens mudou de tom e passou a ter teor sexual.

Segundo o registro, o homem ligou por videochamada e mostrou o órgão genital enquanto se masturbava. A mulher afirma que tentou encerrar a conversa, mas ele insistiu e chegou a oferecer R$ 30 para que ela mostrasse os seios na ligação.

A jovem reuniu prints das conversas e afirmou que o homem apagava parte das mensagens. Ela também disse que ele informou ser policial penal e que estava fardado durante a chamada.

A mulher relatou que não teve relacionamento com o suspeito e manteve contato apenas por causa da oportunidade de trabalho. Após o episódio, ela procurou a esposa do homem para relatar o ocorrido e recebeu oferta de apoio para registrar a ocorrência.

Uma amiga da vítima foi indicada como testemunha. O boletim também aponta que o servidor tem acesso à arma de fogo por causa da função no sistema penitenciário estadual.

O caso foi registrado como importunação sexual e será apurado. A reportagem entrou em contato com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), que informou que em casos como esse é aberto um procedimento administrativo.

Fonte: Campograndenews

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