Praça Marçal de Souza vira ponto de encontro para torcer pelo Brasil

A Praça Marçal de Souza, no Bairro Tiradentes, recebeu mais de 180 pessoas para a Copa Comunitária, evento gratuito com telão, música e praça de alimentação para acompanhar Brasil x Japão pela Copa do Mundo de 2026

Jun 29, 2026 - 23:36
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Praça Marçal de Souza vira ponto de encontro para torcer pelo Brasil
Foto: Maya Severino. Priscila é organizadora dos eventos nos bairros

A Praça Marçal de Souza, no Bairro Tiradentes, virou arquibancada nesta segunda-feira (29) para receber mais uma edição da Copa Comunitária, evento gratuito montado para moradores acompanharem Brasil x Japão pela Copa do Mundo de 2026. Com telão, música e praça de alimentação, a programação reuniu mais de 180 pessoas na Rua Marquês de Pombal.

A organizadora Priscila Queiroz, de 45 anos, explicou que a ideia começou em outro bairro e ganhou força com a adesão dos moradores. “Nós começamos a Copa Comunitária no Jardim Colúmbia. Fizemos um piloto, deu certo. A gente foi convidado para ir para o Tijuca, depois para o Noroeste. Aí viemos aqui para o Tiradentes”, contou.

Segundo Priscila, a chegada da estrutura à Praça Marçal de Souza teve ligação direta com a família do jogador Éderson, da Seleção Brasileira, que tem relação com o bairro. “Aqui foi um convite da família, no caso do irmão do jogador Éderson. Ele convidou a gente para vir para cá, para trazer para perto da família deles, que é onde está todo mundo vindo assistir”, afirmou.

O evento foi divulgado como gratuito e convidava os moradores a irem de camisa da Seleção e levarem a família. No cartaz, a chamada era direta: “Vem pra torcer! Juntos somos mais fortes!”. A programação também anunciava música e praça de alimentação, além do telão para acompanhar o jogo da Seleção Brasileira.

A praça virou ponto de encontro para quem não conseguiu assistir à partida em casa ou preferiu dividir a torcida com os vizinhos. Entre o público estavam famílias, trabalhadores em horário de almoço e moradores que acompanharam o jogo sentados, em pé ou espalhados pelo espaço.

Para Priscila, a força do projeto está justamente em levar a Copa para dentro dos bairros, sem depender de bares ou grandes estruturas particulares. “Você está vendo que teve bastante adesão”, disse, ao comentar a movimentação na praça.

Fonte: Campograndenews

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